segunda-feira, 7 de abril de 2008

Meu filho e a Internet


No colégio, em casa e até mesmo nas Lan Houses (lojas especializadas em entretenimento virtual), a internet está ao alcance das crianças. Foi-se o tempo que bonecas, carrinhos, jogos de bafo e bolinhas de gude preenchiam o tempo dos pequeninos.

Hoje, só se fala em downloads dos jogos 'Half Life' e outros simuladores de guerras, que ganharam a admiração de muitos adolescentes. Mas não só os jogos chamam a atenção, há pouco tempo vimos um garoto que por meio da internet conheceu um site sobre as guerrilhas e a cada acesso tomava coragem para se aliar aos objetivos da mesma. Então pensamos, até que ponto a internet pode ser saudável para as crianças?

Sem dúvida muitos adolescentes navegando sem nenhum filtro dos pais.
A correria do trabalho e os afazeres de casa ficam em primeiro lugar e muitos sentem que protegem os filhos só pelo fato deles estarem dentro de suas casas.

Você como mãe ou pai já pensou no perigo das informações que a internet contém?

Ao clicar apenas algumas teclas, o mundo vem para dentro de sua casa. Há milhares de sites bons, mas da mesma forma há sites que ensinam até o internauta entregar sua alma ao diabo.

O professor da USP, Valdemar W.Setzer, diz que a criança navegar pela internet é mais prejudicial do que o próprio computador, porque o mundo vem ao alcance dela. "O pai pode comprar um software que achar adequado para o seu filho, mas com a internet é diferente, ela é aberta". Concordo plenamente com o professor, imagine que seu filho em poucos segundos pode acessar a um site pornográfico! Ele com certeza pode ainda acessar outros sites que trazem conceitos éticos e morais totalmente deturpados.

No jornal @Hora, de 29 a 31 de Julho de 2003, foi publicada uma excelente matéria sobre as crianças na Internet. Nela, dois depoimentos me chamaram a atenção: Em um, a dentista Carla Ramos conta que quase desmaiou ao ver o filho de 11 anos entrando num site que enaltecia Bin Laden e outros terroristas. Após o susto, ela chamou um técnico e instalou um filtro especial no computador; No outro, o engenheiro João Paulo Freire também passou por uma situação desagradável quando a conta do telefone triplicou e quando descobriu que os filhos entravam em chats pornográficos e recebiam e-mails com fotos inadequadas. Ele colocou uma senha no computador.

Agora, você como pai e cristão, imagine os sites que existem fazendo apologia a outras seitas, a movimentos que estão na moda e que são contrários à palavra de Deus e, dependendo das informações que seu filho receber, poderá colocar as idéias deles em prática.

Acredite, existem sites com ataques terroristas, com pornografia infantil, com fotos absurdas, com apologia ao crime, com vendas de armas e outros, existem até os que ensinam a montar bombas caseiras,Talvez você acredite que sua boa criação deixará seu filho longe do perigo, mas uma informação inadequada a sua idade pode colocar grande dúvida no coração da criança. Lembre se que foi assim que Eva levou Adão a pecar. Ela recebeu de Adão a instrução do que não deveria fazer, mas ela também recebeu influência de uma outra informação que colocou em dúvida o que ela tinha recebido.

De quem Eva recebeu as instruções? De Adão. De quem Adão recebeu s instruções? Do próprio Deus, e mesmo assim eles caíram. Da mesma forma, sua criança recebe as instruções de você que as recebeu de Deus, mas o mesmo inimigo que estava rodeando Eva pode jogar a dúvida.

Acredito que o Senhor é quem nos alerta para esta possibilidade, portanto devemos ficar atentos onde os nossos filhos colocam os seus pés e principalmente os seus dedos.

MAS O QUE EU DEVO FAZER?

Sabemos que a ética deve fazer parte na educação da criança, portanto não podemos invadir de maneira abrupta suas vidas, mas como prevenir é melhor que remediar, uma das precauções é colocar o computador na sala de visitas, ou noutro cômodo com acesso livre a todos.

Isto pode trazer certo desconforto em algumas situações, porém é o mais recomendado quando se desconfia dos acessos do 'Filhão', já que em seu quarto, principalmente se for sozinho, as tentações e oportunidades de fazer o que não deve são extensas. E é claro que ao longo dos anos esta situação de prevenção poderá desaparecer.

Outra opção é por vezes navegar com ele e saber suas preferências. Obviamente na sua frente ele não entrará em sites que você não queira, mas de vez em quando o deixe clicar nos seus sites preferidos e o conteúdo destes poderá dar algumas pistas do que o agrada.

Repare no tipo de site, nas fotos que exibem, nas dicas, se é um site secular ou religioso, etc... Fique bem atento ao tema do site, se ele é sensual ou se tem um conceito ultra jovem.

Os detalhes e até mesmo o formato do site podem dar dicas do que o seu filho gosta.

Além disso, existe uma ferramenta chamada 'histórico', que ao ser clicada pode -se conferir os sites acessados. Infelizmente ela não será tão útil caso o adolescente já tenha este conhecimento, pois ele poderá apagar os acessos proibidos por você.

Temos a plena confiança na palavra de Deus que é levada aos corações das nossas crianças para que o Espírito Santo tenha a plena liberdade de trabalhar neles.

Esta é a responsabilidade de criar filhos. Não existe desculpa, eles foram dados a você e são comparados como heranças dadas por Deus e toda herança de Deus deve ser aplicada para que renda juros mais tarde, e o melhor investimento neste campo é a palavra de Deus.

ENTREVISTA - Educa a criança no caminho em que deve andar - Revista ICP



Por Elvis Brassaroto Aleixo

O mundo do entretenimento infantil vive a sua melhor fase. Os heróis das crianças nunca ganharam tanto espaço nas telinhas e telonas. Mas, com eles, o misticismo e a bruxaria têm quebrado as barreiras do universo infantil e invertido valores espirituais de modo astuto. O entrevistado desta edição de Defesa da Fé, Alexandre Farias Torres, é pioneiro na apologética voltada às crianças desde 1994, consultor teológico do ICP, Bacharel em Teologia, diretor do ITAC (Instituto Teológico e Apologético Cristão) e ministra sobre seitas e heresias. Vejamos o que o pastor auxiliar da Igreja Evangélica Cristã Presbiteriana em São Paulo tem a dizer sobre este assunto.

Defesa da Fé – Alguns evangélicos têm uma tendência natural para caçar demônios. Até que ponto você julga maléfico o lúdico ao qual as crianças estão expostas?

Alexandre Farias – Nem todos os desenhos e jogos (games) podem ser repudiados pelos pais. Existe muita coisa educativa nesse âmbito. Há materiais que apresentam às crianças ótimos conceitos éticos e morais, ajudando-as, até mesmo, a desenvolver o raciocínio. Tenho diversos jogos em minha casa por causa dos meus três filhos. Sei que a criança necessita do lúdico. Costumo jogar videogame, assistir a desenhos e brincar com eles. Mas, como sacerdote do lar, na hora de escolher um jogo ou outra programação qualquer, uso de sabedoria.

O problema de muitos desenhos e jogos de hoje é que trazem conceitos religiosos de modo escancarado. A linguagem espiritual está aberta para qualquer pessoa ver. Abandonaram o compromisso de levar o divertimento puro e simples e enxertaram conceitos contrários à fé cristã. Os super-heróis atuais são demônios, bruxos, feiticeiros, médiuns. O mal luta pelo bem, e isso tem invertido os conceitos espirituais das crianças. Não demonizo todo entretenimento, não procuro chifres em cabeça de cavalo, até porque não precisamos disso, os desenhos falam por is só.

Defesa da Fé – O que você entende por fantasia? Como ela, segundo o seu julgamento, pode inculcar conceitos e dogmas de outras religiões na mente das crianças?

Alexandre – Segundo o dicionário Aurélio, a palavra fantasia significa obra da criação da imaginação”. Pois bem, por conta dessa acepção, a fantasia age na mente ou no consciente para que a criança tenha contato com um mundo imaginário. Usamos a fantasia em nossas igrejas por meio de fantoches, bonecos, desenhos bíblicos, etc. E, particularmente, defendo que a fantasia seja necessária a qualquer criança. Mas o que se vê hoje em dia no mundo do entretenimento infantil é a negação do uso da fantasia com fins religiosos, sob o pretexto de difundir que a cultura deve ser conhecida pelas crianças. É curioso que os desenhos mais antigos não tinham essa preocupação. Somente agora, recentemente, estão envolvendo as crianças no mundo das religiões orientais, levando o budismo, o hinduísmo e o confucionismo para dentro dos lares.

Parece que o deus deste século também aprendeu a lição de Provérbios 22.6 e está, por meio da fantasia, investindo na criança ao promover palavras ritualísticas, oferendas religiosas, mediunidade, reencarnação, bruxaria, feitiçaria... Até o conceito de que o diabo pode lutar pelo bem pode ser encontrado na maioria dos desenhos de hoje.

Defesa da Fé – Quais são suas evidências?

Alexandre – Possuo diversas provas de matérias seculares. Não é possível mostrar todas elas, mas tenho muito cuidado e, em minhas palestras, levo tudo o que posso para provar aquilo que digo.

Há pouco tempo, a revista Bons Fluidos (Editora Abril), publicou uma matéria que afirmava que crianças entre 6 e 9 anos foram conduzidas a caminhos religiosos pelas histórias e fantasias. No artigo, depoimentos das próprias crianças e de suas respectivas mães falavam como ocorreu tal influência. Uma criança de 6 anos se interessou pelo hinduísmo após escutar uma história na escola. Outra, um garoto, por bruxaria e, além de afirmar que o seu personagem preferido é Harry Potter, declarou que o seu livro de cabeceira é O livro secreto dos bruxos (Editora Melhoramentos).

O site de notícias Guiaro publicou, em 26/6/04, reportagem com a seguinte chamada: “Interesse por bruxaria aumenta com Harry Potter”. O texto fazia menção à procura de cursos de bruxaria em uma escola de Santo André (SP), conhecida como Escola de Esoterismo Casa de Bruxas. A proprietária da instituição deu o seguinte depoimento: “A cada lançamento de Harry Potter, cresce o número de crianças e adultos interessados em aprender bruxaria”. Para atender à demanda infantil, foi criado um curso só para crianças.

Em outra reportagem, a esotérica Monica Buonfligio disse à Folha on-line, em 20/04/06, que, antes do lançamento de Harry Potter, recebia cerca de 2.200 e-mails por mês para consultas esotéricas. Mas, depois do filme, este número saltou para 3.500.

Estas são apenas algumas das provas seculares que tenho. Existem muitas outras em minha biblioteca particular.

Defesa da Fé – Alguns acham um tanto anacrônico falar em bruxaria hoje? Podemos pensar em bruxaria como uma categoria religiosa?

Alexandre – É claro que as bruxas não voam, nem têm nariz enrugado. A bruxaria é uma religião como outra qualquer. É um movimento religioso neopagão que acredita na reencarnação. É politeísta. Nega a existência do inferno, do céu e dos demônios e celebra as estações do ano. Não possui um livro como regra de fé. Todavia, possui algumas obras que considera importantes, como, por exemplo, os livros de Gerald Gardner.

Defesa da Fé – Em suas matérias, você declara que, em alguns desenhos, o herói é um demônio. Comente um pouco sobre isso.

Alexandre – Existem desenhos em que o super-herói, ou o personagem protagonista, cuja missão é lutar contra o mal, é representado pela pessoa do demônio. Posso citar vários exemplos: Spaw, Hell Boy, Inu Yasha, Mister Satan do Dragon Ball GT, entre outros. Para os pais que porventura lerem estes nomes, poderá parecer tudo muito estranho, mas se perguntarem a seus filhos sobre esses personagens, verão que, infelizmente, os conhecem muito bem. Demônios, diabo, Satanás e suas variantes são inimigos de Deus. Temos várias referências bíblicas que nos levam a acreditar que essa criatura não é um ser que pode trazer justiça. Satanás originou o pecado e vive pecando desde o princípio (Jo 8.44). Por mais que a representação esteja no mundo da fantasia, não podemos aceitar um super-herói demônio. O diabo nunca foi um bom exemplo. A Bíblia exorta que não devemos chamar o mal de bem, nem o bem de mal. Isso também serve para os personagens mais subalternos, como feiticeiros, bruxos, etc.

Defesa da Fé Há quem entenda que isso tudo seja uma contradição. Por que desenhos com personagens representados por demônios, feiticeiros e bruxos não podem ser benéficos, se fazem o bem?

Alexandre – É muito simples. Se o diabo usa um personagem demoníaco que represente a bruxaria e a feitiçaria “do bem” as crianças começaram a ter em mente que ele não é tão ruim assim e que o bruxo do bem é um cara legal e bom. A Bíblia nos diz que aquele que pratica a feitiçaria terá sua parte no inferno (Ap 21.8). Imagine uma criança em plena formação de seu conceito espiritual recebendo diariamente, pela TV, a informação de que o diabo ou o feiticeiro é bonzinho... Basta indagar uma criança com a seguinte pergunta: “A bruxaria de Harry Potter é do bem ou do mal?”. Não precisamos ir longe, façamos esta pergunta aos filhos de crentes que assistiram aos filmes ou leram os livros.

Defesa da Fé – É verdade ou boato que um calendário de demônios foi distribuído em um famoso parque de diversão de São Paulo?

Alexandre – É verdade. Depois de um culto, uma irmã veio me entregar esse calendário. Disse que sua filha, que cursava pedagogia, estava realizando uma pesquisa em determinado parque de diversão e recebeu tal suplemento informativo que, na página cinco, trazia um demônio para cada mês do ano. Por exemplo: Satã para março, Lúcifer para maio, Belzebu para julho, Baal para outubro, Moloque para dezembro, etc.

Veja bem, não estamos afirmando aqui que os parques que adotam esse tipo de chamariz estão praticando satanismo. O que estamos dizendo é que vivemos em mundo em que o satanismo é real! O satanismo existe e muitos são levados pela adrenalina de conhecer algo diferente e aterrorizante! Para se ter uma idéia, comprei um boneco de vodu em uma casa esotérica por dez reais. Um dos vodus oferecidos é o da figura do professor. A magia não é feita com espetos, mas à base de nós. O pacotinho contém o bonequinho, uma plaquinha para colocar o nome da pessoa, as fitas para amarrar o boneco e as informações necessárias sobre como proceder de acordo com a situação. Tudo muito bem explicado para que qualquer criança entenda. Quer dizer, isso não é brincadeira de criança!

Defesa da Fé – Como a Igreja e a família devem proceder diante dessas questões?

Alexandre – Acredito que os pastores devem valorizar mais as crianças e os adolescentes da igreja, dando-lhes uma base sólida. Muitos líderes de ministérios não conhecem as artimanhas do inimigo e, às vezes, são completamente radicais. Ou seja, proíbem tudo. Outros, porém, liberam de modo geral qualquer entretenimento. Existe um ponto de equilíbrio para essa situação: ensinar as Escrituras Sagradas. Aos pais, digo: amem seus filhos, envolvam-se com eles, brinquem com eles, conheçam o mundo deles, procurem saber sobre a vida deles e, o mais importante, não deixe de lhes ensinar a Palavra de Deus, porque somente assim o Espírito Santo poderá agir no coração dos pequeninos. Não proíbam sem explicações razoáveis. Sejam sacerdotes do lar. Orem e jejuem por seus filhos, porque eles são heranças de Deus (Sl 127.3).

FAMÍLIA - Férias... Nós temos Filhos!


- Mãe, as aulas acabaram!
Qual foi a mãe que não ouviu esta frase dos seus filhos?



Férias, um tempo em que as preocupações escolares são colocadas de lado para dar espaço à alegria das brincadeiras, é um período de descanso de uma atividade, geralmente, das aulas para as crianças e do trabalho para os adultos. De acordo com a legislação de cada país, ela é estabelecida por um certo tempo, normalmente de 20 a 30 dias.

Mas, qual é o objetivo das férias?

As férias devem proporcionar um tempo de descanso, um período que cada família tem que desfrutar, até porque, o descanso, não é pecado, ele foi estabelecido por Deus, quando lemos um dos primeiros capítulos da bíblia, vemos que Deus descansou quando Ele nunca precisou descansar! Então porque Deus descansou?

A resposta é simples, o exemplo de parar a sua criação e estabelecer um dia de repouso é para que o homem possa entender que o repouso é um benefício dado por Deus, que as férias é um direito e uma obrigação, que deve ser respeitada para que a sua vida e a vida da sua família, seja abençoada.

O problema é que muitos pais não têm a noção de quanto tempo este período está sendo esperado pelo seu filho (a), o quanto isto é importante e essencial para ele(a), muitas vezes eu me deparo com crianças frustradas porque alguma coisa tomou o seu pai ou a sua mãe no momento que os seus pais eram dele (a) por direito! Às vezes, o nosso ministério, os nossos afazeres na igreja e a nossa posição eclesiástica roubam o tempo que deveria ser da nossa família. Você já se deparou com este problema?

Muitas vezes a igreja toma o lugar que é da família.

Conheço alguns filhos de pastores que dizem: - Eu não quero ser pastor de jeito nenhum! Quando me aprofundo no assunto e pergunto sobre a esta decisão, a resposta é quase sempre a mesma: -
Porque a igreja tirou o meu pai de mim, quando eu mais precisava dele. Eu nunca pude brincar com meu pai porque a igreja sempre ocupou o tempo que era meu e eu não quero isto para o meu filho.

O problema é que muitas pessoas colocam a seu cargo eclesiástico, seja ele qual for, na frente da sua família, sendo que uma condição bíblica para alguém ocupar uma posição eclesiástica é governar bem a sua casa e isto, nos traz uma verdade,doa a quem doer: “ A responsabilidade de respeitar o espaço da família e da igreja, não deixando que um tome o lugar do outro.”

Antes de sermos pastores, presbíteros, diáconos, obreiros, líderes de um grupo e participantes ativos do corpo de Cristo, Deus nos colocou em família e nos deu um papel especial.

Quando nascemos, aprendemos a ser filhos e compreendemos o que é necessário fazer e não fazer e qual é a necessidade que um filho tem. Não é difícil entender que os nossos filhos precisam da nossa companhia e desejam que, por um período de tempo, o seu pai, seja apenas, Pai.

Certo pastor que estava sempre na igreja, tinha um filho, mas nunca teve tempo para ele. Quando o seu filho comemorava o aniversário, ele nunca podia estar na festinha porque tinha culto. Nas reuniões da escola e comemorações dos dias dos pais ele nunca teve o prazer de ver o seu pai sentado assistindo a sua apresentação e o seu pai nunca pode estar com ele. O motivo sempre era o mesmo: “Eu tenho que fazer a obra de Deus e não tenho tempo para isto!”
Este garoto cresceu e nunca teve a oportunidade de ter o seu pai ao seu lado para brincar, passear ou ter uma conversa, cresceu com uma revolta muito grande contra a igreja porque o tempo que era dele foi ocupado pelos problemas de outras pessoas. O menino cresceu indo à igreja até onde foi obrigado, mas depois que conseguiu a maioridade, ele nunca mais pisou na igreja.



Ele cresceu e se envolveu com pessoas que tinham tempo para escutá-lo, pessoas que paravam para ouvir os seus problemas, mas infelizmente, as drogas acompanharam estas amizades. Encurtando a história, o garoto morreu assassinado no portão de sua casa por causa de uma dívida com traficantes.



No velório a mãe não passou bem e foi até a casa de uma irmã, e lá, ela desabafou:
"- O meu filho nunca teve um pai, mas a igreja sempre teve um pastor. Não importava a hora, o meu marido sempre tinha tempo para a igreja, mas para passear com o seu filho, conversar com ele, passar um dia jogando bola, ele nunca teve tempo, o passeio das férias do meu filho foram impedidos porque ele nunca deixava a igreja.O meu filho morreu sem saber o que era ter um pai!Eu sei que muitas vidas estão indo para o céu por causa do meu marido, mas eu também sei que o meu filho, foi para o inferno por causa dele, chegarei no céu e verei muitas pessoas, mas quem eu mais queria ver, não estará lá, o meu filho."



A história acima representa uma situação quase freqüente nas igrejas, nós precisamos entender que Deus precisa estar em primeiro lugar em nossa vida, a família em segundo lugar e depois a igreja. O que vale ganhar o mundo todo para Deus e perder o nosso filho para o diabo?



Faça o seu filho amar a igreja demonstrando que ela não ocupa o lugar que é dele. Jesus nos deu 2 mandamentos: Amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como a nós mesmos, então quero fazer uma pergunta: Quem é o seu próximo? A sua família é a mais próxima de você, ela também precisa do seu amor.



Há tempo para todas as coisas, tempo de evangelizar, de brincar, de pregar, de deixar de pregar para suprir a necessidade da família, de ir aos cultos, de ir aos eventos mais importantes para os nossos filhos e de tirar férias com a família para que a comunhão em nosso o lar seja reforçada.