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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Qual é a criança que ama alguém que a despreza?

"Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus" (Lc 18.16).


O Mestre sabia que impedir as crianças de ter acesso a ele seria o mesmo que ignorar a importância delas para o reino de Deus. Imagine o leitor: ser membro de uma igreja e não poder se aproximar do pastor para uma conversa!

Qual é a criança que ama alguém que a despreza?

Como uma criança sentirá prazer em ir a um lugar onde é excluída?

Será que esta pergunta não deveria ser feita para alguns ministérios evangélicos?

Pode parecer contraditório, mas quando algumas igrejas promovem as nomeadas "programações da família", os pais recebem orientação para deixar seus filhos em casa com a avó, com a vizinha ou com uma irmã, para que a programação saia como planejada, da melhor forma possível.Perguntamos: "Será que tais programações são realmente direcionadas à família?".

Os filhos fazem parte da família

São "personagens" principais e não coadjuvantes. São bênçãos e não maldição. Devem estar sempre presentes nas programações para que saibam que têm lugar na família de Deus, que é a igreja.

Não entendo que as crianças devem fazer parte de todas as programações, mas que deveriam participar de algum tipo de atividade na maioria delas.

Se a igreja promover uma programação específica para casais, por exemplo, é recomendável que procure a ajuda dos professores do ministério infantil para elaborar algo voltado para os filhos dos casais participantes.

Existem igrejas que possuem estrutura predial ampla e adequada para o oferecimento de trabalhos com as crianças, mas, infelizmente, não têm o objetivo de evangelizá-las.

Certa vez, perguntaram-me porque as crianças são tratadas dessa forma. Não demorei a responder: "Existem igrejas que não têm programações para as crianças porque elas não são dizimistas ou empresárias e não podem participar de algumas campanhas ‘desafiadoras’".

Os líderes dessas igrejas não têm interesse em promover programações para quem apenas dá "prejuízo" aos caixas eclesiásticos.

Reconhecemos que muitas igrejas investem nas crianças, fazem evangelização em escolas, nas creches e nas ruas, demonstrando o verdadeiro amor que Jesus tem para com os pequeninos.

Preparam os seus professores e investem em cursos especializados para a evangelização das crianças. Entretanto, essa iniciativa é rara.

Pense nisso neste dia das crianças....

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Menina de 10 anos surpreende decorando 31 capítulos da Bíblia

Sara Raquel Rodrigues mora com os pais em Caruaru e começou a decorar o livro sagrado com apenas 1 ano e 8 meses de idade. Um exemplo de fé. Uma menina de Caruaru se dedica a ler e a decorar a Bíblia. Aos 10 anos de idade, Sara Raquel Rodrigues leva a palavra de Deus a vários lugares. Ela nasceu em Caruaru, onde ainda mora com os pais.
A história começou quando ela tinha um ano e oito meses, e sua mãe, Maria de Fátima Rodrigues, preparava uma apresentação de crianças para a festa de dia das mães da igreja.
“Chegando nos últimos ensaios, as garotas diziam suas falas. No carro, Sara repetiu a parte de todas meninas. No outro dia, uma quinta-feira, eu já ensinei o salmo 23, e no domingo ela já passava a mensagem”, falou.
Com quatro anos, ela entrou na escola. Já lia e escrevia, e logo leu a bíblia toda. Aliás, ela está fazendo isso pela segunda vez. Quando gosta de um trecho de maneira especial, ela trata de decorar. Sabe falar, sem gaguejar, 31 capítulos. Ela tem sido convidada para aniversários, casamentos, batizados, cultos, e vai a todos, se apresenta para o público sem ficar insegura.
É difícil eu ficar nervosa, porque faço isso desde pequena. Eu me sinto abençoada mesmo, por Deus”, disse Sara, que tem predileção pelos salmos.
Fonte: Pe360Graus/site melodia

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A FÉ VIGOROSA DE UMA CRIANÇA!

Este é o meu primeiro vídeo do ano de 2010. Quero começar este ano agradecendo a Deus pela liberdade que temos de louvar a Deus em qualquer lugar do nosso Brasil.

Que as nossas crianças saibam o quanto é bom ser livre para ir a escola bíblica Dominical.


segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Encerrada a enquete -

Enquete encerrada:
Você acha que a criança tem espaço nas igrejas evangélicas?

Não. Elas não são dizimistas e ofertantes - 52%

Sim. Elas são valorizadas e tem o seu espaço nas programações da Igreja - 47%

O resultado desta enquete reflete sobre a questão da igreja evangélica investir mais na reunião de empresários do que nas crianças.

Eu sei que muitas igrejas investem nas crianças sem ao menos se preocupar com o resultado financeiro, mas espero que todas deixem que as crianças cheguem a Jesus.

Leia o meu artigo - A criança e a Igreja

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Como contar as histórias bíblicas para as crianças quando ela possui violência ?

Como contar as histórias bíblicas para as crianças quando ela possui violência ?

Tudo tem sua ocasião própria (Eclesiastes 3)

Há pouco tempo eu participei de um programa na “Rit Tv – Vejam Só” que abordou este tema, confesso que eu não tinha pensado no assunto. A partir do momento que fui convidado para este programa eu percebi a sua importância.

Como contar a violência entre irmãos que causou a morte de um deles?

Vi que este assunto tem uma grande importância, pois não podemos fantasiar a verdade, devemos contar as histórias como elas são. Elas estão na bíblia e são verdadeiras, mas podemos trabalhar de forma pedagógica para que elas possam ser repassadas para as nossas crianças sem expor detalhes antes do tempo.

É claro que devemos contar as histórias como elas são, mas podemos retardar algumas delas para que a criança possa ganhar maturidade suficiente para que entendam os fatos.

Eu não preciso ensinar o livro de Cantares de Salomão para crianças de 6 anos.

Podemos dizer que Caim matou Abel, que Davi matou Golias, mas não preciso dizer a quantidade de sangue que Abel ou Golias perdeu.

Podemos contar sobre o dilúvio, mas não preciso dizer quem morreu conjecturando sobre a passagem bíblica articulando quantas crianças morreram. Elas não têm maturidade suficiente para entender que elas também tiveram chance de ser salvas.

Instigar um diálogo com as crianças sem que elas tenham maturidade suficiente para entender o fato é um erro.

Alguns dizem que isso é mentir, mas não. Isto não é mentir, nem tentar fantasiar o fato.

O que é necessário para qualquer ministério infantil é que exista um programa pedagógico cristão para que as histórias sejam adequadas para a idade destas crianças.
O que uma criança de 4 anos tem capacidade de aprender?
Quais são as histórias que elas podem aprender?
E o mais importante: Porque vamos ensinar tal história?
Alguns ministérios não se preocupam com o conteúdo programático, ensinam qualquer história e que muitas vezes são preparadas minutos antes de começar a aula.

Isso pode trazer um problema – Ensinar errado ou escolher uma história que elas não vão entender o porquê dos fatos.

Ninguém começa na escola aprendendo contas de dividir, mas as crianças fazem isso na prática quando estão com doces nas mãos e querem dividir para os amigos. Este fato é real, mas a criança deve aprender contas de dividir quando entra na escola?

Não. Mas quando elas aprendem a tal conta ?

Depois de aprender outras coisas importantes na matemática.

Desta forma é que as historias devem ser repassadas para as crianças, devemos prepará-las para que o assunto seja abordado na hora certa.

Até o século 20, as crianças eram consideradas mini adultos, pensavam que elas raciocinavam como adultos. Tempos atrás eles até se vestiam como mini adultos, mas as crianças possuem processos cognitivos e pedagógicos diferentes diferente de um adulto.

Existe um processo de desenvolvimento de aprendizado e de maturidade conforme a sua idade. Isso inclui habilidades de maneira de pensar em etapas.

Então, elas têm um processo de desenvolvimento da inteligência, processo de assimilação aos fatos e acomodam das informações conforme sua maturidade e seu desenvolvimento.

Então, devemos entender que existem histórias bíblicas que devem ser repassadas ou ensinadas conforme a idade da criança.

Lembro Salomão - Tudo tem sua ocasião própria (Eclesiastes 3).
Deus abençoe.
Deixe o seu comentário abaixo.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

A CRIANÇA E A IGREJA




Quem já não escutou, as seguintes frases sobre a criança nas igrejas: “As crianças são o futuro da igreja”, “Um dia estas crianças vão estar em nosso lugar”, “Diácono, por favor, pegue esta criança no corredor da igreja, ela está atrapalhando o bom andamento do culto” , “ Vamos ter uma programação para a família, mas os filhos não podem participar. Deixem os filhos com a avó” .

Muitas igrejas (estou me referindo as igrejas que tem condições) nem se preocupam em colocar as crianças em um lugar digno, mas qualquer lugar serve, num cantinho, aquela sala que ninguém usa.

Mas será que levariam os empresários da igreja para mesma sala que os pequeninos usam para uma reunião?

Algumas destas frases poderiam ser engraçadas se não expressassem como a igreja tem tratado os nossos pequeninos.

Eu quero levar você a refletir sobre o relacionamento da criança e a igreja. Como Jesus se relacionou com os pequeninos e de que forma a igreja vê as crianças.


Igrejas que não incluem as crianças em suas programações

Jesus nunca pediu para que as crianças fossem retiradas de suas mensagens, pelo contrário, quando algumas crianças foram levadas ao mestre para que ele as tocasse Foram os discípulos que dificultaram as crianças chegar ao mestre. Foi aqui que nasceram os primeiros diáconos, não que todos sejam desta forma, mas muitos.

Jesus vendo a atitude dos discípulos repreendeu-os, ficou indignado, pediu para que eles deixassem as crianças ter livre acesso dizendo: “Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus. (Marcos 10 v.13).”.

O mestre sabia que impedir as crianças de ter acesso a Ele, era a mesma coisa que dizer que elas não são importantes para o Reino de Deus. Imagine você, ser o membro de uma igreja e não poder conversar com o seu pastor! Ser barrado pelos seguranças do pastor!
Parece brincadeira, mas já existem pastores e apóstolos que agem desta forma.

Qual é a criança que ama alguém que a despreza? Será que esta pergunta não deve ser feita para alguns ministérios?

Em muitas igrejas encontramos a mesma atitude dos discípulos, muitas crianças são deixadas de lado de algumas programações.

Pode parecer contraditório, mas quando existem as nomeadas “programações da família”, em muitas igrejas, os pais recebem a orientação para deixar os filhos em casa, com avó, com a vizinha, com uma irmã para que a programação saia como planejada, da melhor forma possível, para que ela tenha sucesso.

E eu me pergunto:Será que estas programações são para a família? Será que a melhor programação para a família é aquele que os filhos atrapalham quando participam?

Certamente não.

Os filhos fazem parte da família, são personagens principais e não coadjuvantes, são bênçãos e não maldição,devem participar das programações para que saibam que eles são importantes para o corpo de Cristo e para a família.

Não digo que elas devem fazer parte de toda programação, mas deveriam participar de algum tipo de atividade no período que os pais recebem a ministração. Muitos não participam destas programações porque não tem com quem deixar seus filhos.

Se a igreja vai fazer uma programação especifica para casais deve procurar a ajuda dos professores ou do ministério infantil! Eles podem programar algum evento no mesmo horário do que da programação dos pais. Não é tão difícil resolver esta questão, basta querer e ter vontade.

Para alguns líderes, a criança não nota tal diferença, mas pelo contrário, existem crianças que estão com o olho no brinquedo e o ouvido no púlpito, na hora do aviso, elas sempre estão ligadas!

Certa vez, o meu filho, Lucas,quando tinha 7 anos, teve uma atitude interessante.
Quando chegamos da igreja, ele foi para o seu quarto. Começou arrumar as malas, e a minha esposa perguntou o que ele estava fazendo. A resposta veio : Estou arrumando as minhas malas porque o pastor disse que Jesus pode vir a qualquer hora e levar a gente pro céu!

Quando o pastor estava pregando, ele brincava no banco da igreja.

Agora, como uma criança se sente, ao ser excluída de uma programação nomeada “da Família”?

Como uma criança vai ter prazer em ir a um lugar que a exclui da sua própria família?

Se a igreja demonstra interesse por elas, esta atitude gera amor e um relacionamento com a igreja. Os melhores relacionamentos são criados por aliança de amor.

O caso se agrava em alguns ministérios em que a criança é excluída explicitamente. Existem igrejas que possuem um lugar amplo, capaz de oferecer uma estrutura compatível aos que os pequenos necessitam para aprender da palavra de Deus da melhor forma possível, mas elas não têm o objetivo de evangelizar as crianças e interesse de ter as crianças ativas no ministério.

Certa vez, perguntaram-me por que as crianças são tratadas desta forma. Não demorei a responder: “Existem igrejas que não tem programações para as crianças por que elas não são dizimistas, empresárias e não podem participar de algumas campanhas “desafiadoras”. Eles não têm interesse de promover programações para quem não dá lucros aos caixas eclesiásticos.”
Amar os pequeninos é uma questão de Cristianismo
Graças a Deus não são todas que desprezam as crianças, reconheço que muitas igrejas investem nos pequenos, fazem evangelização em escolas, creches e nas ruas demonstrando o verdadeiro amor que Jesus tem com os pequeninos. Preparam os seus professores investindo em cursos especializados para a evangelização infantil. Isto é Cristianismo!

Os pastores e líderes de ministério precisam entender que, quando Deus deu o seu Filho para morrer por nós, as crianças não foram retiradas do pacote. Elas fazem parte do plano de salvação.

A igreja deve entender que hoje elas são crianças, amanhã serão adolescentes e no futuro, adultos. A criança é a igreja de “hoje e não do futuro”.

Elas também têm a necessidade de reconhecer o seu pecado, se arrepender e aprender que Deus as ama de tal forma que quer ter um relacionamento com elas. Quando mais cedo o ser humano aprender que Deus o ama, o seu relacionamento será alicerçado na Palavra que salva, edifica e promove a libertação do pecado, mais cedo.

Muitas vezes esquecemos que temos apenas que semear a Palavra para que o Espírito Santo possa convencer do pecado, do juízo e da Justiça ( João 16v.8). Quanto mais cedo o Espírito Santo trabalhar na vida do ser humano, mais cedo ele aprenderá que Deus o ama. Não foi desta forma que muitos largaram o que faziam para ter uma nova vida em Cristo?

Quando se fala em evangelização, não posso deixar de dizer que a criança deve ter a sua própria linguagem, ela aprende com mais facilidade quando visualiza e ouve. É necessário que as igrejas invistam nos pequeninos da mesma forma que fazem cafés para empresários.

Para algumas igrejas, comprar historinhas, flanelógrafos, fantoches, brinquedos para a brinquetoteca, livros com historinhas infantis para distribuir entre as crianças e outras ferramentas necessárias para a evangelização, é um investimento caro,mas para fazer café para empresários todo mês, a igreja não pensa duas vezes.
Investir na criança pode gerar salvação, uma vida com temor a Deus. Se você observar o índice de adultos que aprendem a palavra de Deus na infância, você verá que, “ensinar a criança no caminho que deve andar para que ela não se esqueça dele”, é uma grande verdade.
QUALIDADES DO MORADOR DO CÉU
Quando Jesus demonstrou as qualidades do morador do céu, ele não citou as qualidades do sacerdote, do catedrático nas Escrituras, do levita, do apóstolo, mas ele apresentou as características de uma criança ( Mateus 18 1-10).

As características que Jesus mostrou para aqueles que perguntaram quem é o maior no reino são bem diferentes daquelas que são observadas nos dias de hoje. Às vezes queremos ser o pregador “A”, o Conferencista “B’, ser como o profeta “C’ ou o apóstolo “D”,mas nunca queremos ser como uma criança.

A humildade é a característica fundamental para o morador do céu.

Será que temos humildade para entender que devemos ser como uma criança? E que elas são tão importantes para o Reino de Deus?

Alguns dão mais valor no conferencista que cobra cachê para dizer aquilo que Jesus nos deu de graça do que na criança.

Receber as crianças é um sinônimo de receber o próprio Jesus (Mateus 18 v. 5) . Infelizmente, muitos não sabem o reflexo espiritual na vida de uma criança quando rejeitada, anulada e esquecida de lado. Quem fizer um pequenino tropeçar em sua vida espiritual, terá que pagar um preço muito caro.

Jesus disse que quem fizesse um dos pequeninos tropeçar, seria melhor que lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho e se submergisse na profundeza do mar. ( Mateus 18 v. 6).

Jesus disse: “Vede, não desprezeis a nenhum destes pequeninos; pois eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêm a face de meu Pai, que está nos céus. (Mateus 18v.7-10). “

A Bíblia demonstra que as crianças sempre participaram da vida de Jesus, adoraram em espírito e em verdade o mestre no templo cantando “ Hosana ao Filho de Davi.”

Os principais sacerdotes se indignaram quando os pequeninos reconheceram quem era Cristo, Jesus não hesitou em responder: Sim; nunca lestes: “ Da boca de pequeninos e de criancinhas de peito tiraste perfeito louvor?”
Conclusão
Se o mestre reconhecia a importância dos pequenos adoradores, nunca o afastava de seu ministério, dava o devido valor a eles, a ponto de usar suas características para dizer quem vai morar no céu, repreendeu os discípulos quando quiseram opor-se que o mestre os toca-se, quem somos nós para impedir que a criança tenha livre acesso ao Salvador?
Quem somos nós para impedir a sua participação nas programações da igreja?
Quem somos nós para não dar o valor que Jesus deu a elas?
Seria mais fácil fechar as portas da igreja do que manter este tipo de posição que não sustenta as características do corpo de Cristo. Deixe que as crianças venham até Jesus porque delas é o Reino de Deus.