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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Estamos novamente na ATIVA - Pr. Alexandre Farias

Graça e paz, pessoal

Depois de um tempo sem postar neste blog, estou de volta para levar até você artigos interessantes e importantes sobre o mundo infantil.

Desejo a você um feliz 2011 cheio da presença de Deus.

Começo com um alerta importante para quem tem filhos na escola.....


Crianças das escolas públicas de todo o Brasil receberão um DVD com cenas de homossexualismo, que será distribuído em 2011. Já existe até uma petição contra essa ação do Ministério da Educação (MEC) na internet.




O kit gay conterá um DVD com uma história onde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, ele se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade, se dizendo Bianca. Veja vídeo e matéria completa a respeito deste tema, no mínimo estranho, polêmico.

O deputado Jair Bolsonaro (RJ) reage de forma veemente, em plenário, a essa vergonha que foi firmada em um convênio entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos), conforme publicou o Correio Braziliense.


REPORTAGEM DO CORREIO BRAZILIENSE

Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade

Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.

Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.

O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.

O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.

O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”

Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.

O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.


Fonte: site O Galileu

terça-feira, 30 de março de 2010

Falta de aviso não foi : Menina é estuprada após rompimento de ‘Pulseira’

Muitos veículos de informação avisaram o perigo de abuso sexual pelo uso das pulseiras do sexo, mas muitos pais ignoraram e ignoram o aviso achando que é exagero.

Veja o que aconteceu em Londrina - Uma menina foi estuprada por 4 rapazes.


Leia a notícia e depois leia o artigo sobre estas pulseiras que foi escrito neste blog alertando aos pais que isso poderia acontecer.
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Menina é estuprada após rompimento de ‘Pulseira’
Adolescente de 13 anos foi estuprada por quatro rapazes após ter a ‘pulseirinha do sexo’ rompida no terminal urbano, em Londrina...
As pulseirinhas de silicone aparentemente inofensivas que muitas jovens usam, se tornou um acessório polêmico há algum tempo. Dessa vez ''as pulseirinhas do sexo'' fizeram uma vítima em Londrina.
Uma menina de 13 anos foi violentada por quatro rapazes na semana passada depois de sair da escola. De acordo com os policiais da Delegacia do Adolescente, onde está sendo investigado o caso, as pulseirinhas foram a causa da agressão à menina.
Em seu depoimento, ela relatou que teria conhecido o grupo de rapazes no Terminal Urbano de transporte coletivo, os quais teriam arrebentado as pulseiras e depois obrigando-a a manter relações sexuais.
Algumas escolas já estão proibindo o acessório e especialista alerta para a gravidade da situação.
Um dos meninos relatou que as relações teriam acontecido na casa dele, com o consentimento da menina. Mas confirmou que tudo começou por causa das pulseiras que ela utilizava. Já a garota relatou que aconteceu um estupro.
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terça-feira, 2 de março de 2010

Prefeito de Navegantes (SC) sanciona lei que proíbe "pulseiras do sexo" nas escolas

Simone HarnikEm São Paulo

As famosas "pulseiras do sexo" estão proibidas nas escolas municipais de Navegantes, em Santa Catarina.

O prefeito da cidade, Roberto Carlos de Souza, sancionou, na manhã desta terça-feira (2), um projeto de lei que impede o uso do adereço nas instituições de ensino.

"Vou sancionar a lei, pois a repercussão do assunto está provocando discussões equivocadas sobre sexualidade dentro das unidades de ensino. Temos crianças entre 10 e 12 anos de idade utilizando de uma linguagem não apropriada sobre o tema por causa deste modismo", disse.

O projeto, de autoria da Câmara dos vereadores da cidade, obteve aprovação unânime do Legislativo na noite de ontem (1º).

Segundo a assessoria de comunicação da prefeitura, as escolas deverão discutir o assunto com as crianças, os adolescentes e as famílias.

Os professores e orientadores já devem marcar reuniões para alertar sobre o uso dos acessórios."A princípio vamos fazer um trabalho de conscientização. A punição só tem de ocorrer a partir do momento que houver consciência", afirma a secretária de Educação do município, Nerozilda Pinheiro Ferreira.

Na tarde desta terça, a secretária já pediu que a nova lei fosse enviada às 47 unidades escolares que contam com mais de 13 mil estudantes.

Para a gestora, apesar de a medida estar restrita às escolas municipais, ela poderá influenciar os estabelecimentos de ensino privados de Navegantes. "Um dos objetivos é a proteção do educando, pois ninguém quer que aconteça algo de ruim. Acredito que as particulares também devam adotar", aponta.

A polêmica

A brincadeira das pulseiras começou entre os adolescentes ingleses. A moda se difundiu, chegou ao Brasil e provocou polêmica. De acordo com o jogo, quem conseguir arrebentar pulseiras de um colega ou de uma colega deverá receber "um benefício" conforme a cor do acessório. Uma pulseira amarela arrebentada, por exemplo, indica um abraço. Já uma preta, pode significar sexo.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Crianças ignoram significado adulto de "pulseiras do sexo"

Este vídeo traz depoimentos de crianças sobre as puleiras do sexo. Elas sabem o significado, mas ignoram o problema.

Vale apena assistir e prestar atenção nos depoimentos das crianças.

Um diz que um garoto quebrou a pulseira de uma amiga e queria fazer o que a pulseira representava.

Alguns pais estão ignorando o problema, mas eu ainda afirmo que devemos estar atentos e não dar brechas para que as nossas crianças sejam abusadas por loucos que podem usar estas pulseiras como desculpa (leia o artigo abaixo para saber mais sobre esste assunto).

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Orientação Sexual nas Escolas (Carta Aberta ao Estado)

Um dos apologista conhecido neste Brasil, um amigo, foi notícia no Fantastico desta semana tratando de um assunto polêmico, mas que devemos estar dando a nossa opinião porque se trata da orientação sexual nas escolas.

Quero expor a minha indignação ao modo de como alguns métodos estão sendo usados nas escolas, como este que o Apologista João Flavio, também não aceitou ao ver sua filha ter aulas de orientação sexual com um pênis de borracha para aprender a colocar a camisinha.

Desde já, deixo uma pergunta:

1 -Se uma criança (12 -14 anos) não pode trabalhar porque seria considerado trabalho infantil, porque ela necessita ter aulas de sexo com um pênis de borracha?

2 - Porque levar um pênis de borracha para as salas de aulas - se estas crianças necessitam de brincar e estudar?

3 - Será que âs crianças não devem ser insentivadas a estudar, brincar e buscar aproveitar a sua infância do que levar um pênis de borracha para a sala de aula?

Não aceito tal método também, apoio o meu amigo João Flávio e sei que se o Brasil incentivasse mais honrar o pai e a mãe, incentivasse o respeito pelos idosos, o respeito pelo próximo e a amar a Deus sobre todas as coisas - do que ensinar como usar uma camisinha ou distribuir a camisinha nos dias de bacanais - O NOSSO BRASIL SERIA BEM MELHOR.

Veja o video da reportagem e depois leia a carta feta pelo professor João Flávio Martinez.







Autor : Prof. João Flávio Martinez Publicado em : Quarta, 19/11/2008

A Carta abaixo foi redigida pelo Prof. João Flávio Martinez diante das aulas de orientação sexual ministradas na Escola de sua filha em SJ Rio Preto – SP. Ele discordou da metodologia e por causa disso a diretora da escola pediu a ele que tirasse sua criança da escola. A presente carta externa sua indignação, pois o Estado desrespeitou o ECA e expôs as crianças a vexação.

Assunto: Orientação Sexual nas Escolas (Carta Aberta ao Estado)
Não quero nem discutir se a escola deve ou não orientar sexualmente as crianças, por que isso nem cabe discussão – A escola deve e precisa orientar sexualmente as crianças e adolescentes.

A problemática gira em torno da metodologia adotada pelo Estado. Diante disso, perguntamos ao Estado:

- Será que não estamos passando do limite ao levar em uma sala de aula um pênis de borracha para que crianças de 11 a 14 anos vistam com camisinha esse objeto?

- Será que não estamos extrapolando o bom senso ao obrigar uma criança a ir a um posto de saúde e pedir uma camisinha e depois obrigá-la a colocar no tal pênis de borracha na frente de todos?

- Será que não passamos por cima de valores ao expor crianças tão novas diante de um pênis de borracha?

- E por que só o pênis de borracha, por que não a vagina de borracha - o pênis seria a preferência do educador – por quê? (já que se usa camisinha masculina e feminina)

- Pra que falar de pílula do dia seguinte a ouvintes tão pequenos, se o remédio é somente vendido sob prescrição médica e para maiores de idade? Isso sem levar em consideração que essa pílula é abortiva - Qual o intuito de falar de um remédio desses?

Diante desse quadro vamos analisar o que diz o Estatuto da Criança e do Adolescente:

1) – Quando o Estado e a Escola preparam uma metodologia ou algum projeto educacional para adolescentes, pais e responsáveis têm o direito de serem plenamente informados do que está acontecendo. Quando arvoro “plenamente” entendo que os pais deveriam ser informados e deveriam ter visto o KIT PEDAGÓGICO para aulas de sexo (Cf. no ECA Art. 53, parágrafo único).

2) – Essa orientação sexual deve respeitar a cultura, o ambiente, e o sistema educacional que essa criança já tem em casa (Cf. ECA Art. 58), ou seja, os valores familiares não devem ser atropelados pelas metodologias do Estado.

3) – Não se pode padronizar a questão da orientação sexual, pois pra cada idade deve-se ser respeitado a condição peculiar de cada adolescente e seu desenvolvimento (Cf. ECA Art. 71).

4) – Uma criança nunca poderá ser exposta a uma cena constrangedora ou a um espetáculo que explicite objetos ou fotos pornográficos (Cf. ECA Arts. 74, 75, 77, 78, 79, 240).

5) – O ECA arvora que as crianças nunca sejam expostas a publicações contendo material impróprio ou inadequado para crianças e adolescentes (Cf. ECA Art. 78) – e aqui entendo que, no mínimo, um pênis de borracha é inapropriado para crianças de 11 a 13 anos.

6) – Qualquer criança (ou tutor) que se sinta ofendida diante desse quadro educacional pode e deve acionar o estado pelo constrangimento (Cf, ECA Art. 232 e 240). A escola não pode submeter à criança ou adolescente sob sua tutela a uma situação vexatória ou a cenas pornográficas. No caso em lide foi isso que a escola fez ao abusar da inocência de algumas crianças ao mostrar um pênis de borracha aos adolescentes.

Perante os fatos, apesar de que todas as aplicações citadas não sejam efetivadas no referido colégio, mas no Estado de maneira geral, solicito a Escola Estadual que mude a sua metodologia de aulas de orientação sexual. Que a Lei seja devidamente respeitada para o bem de todos os adolescentes que ali estudam.

Certo da vossa prestimosa atenção;


OBS: DEIXE SUA OPINIÃO NOS COMENTÁRIO ABAIXO. SE FOSSE O SEU FILHO QUE ESTIVESSE NO LUGAR DA FILHA DO PROFESSOR, O QUE VOCÊ FARIA?