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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011


Este jogo que Jesus luta com uma metralhadora foi censurado pela política da empresa de Steve Jobs, Apple. O gráfico de Moral Decay (Decadência Moral em português) remete aos games dos anos 80 e foi construído exclusivamente para iPhone, iPod, iPod touch e iPad.

Segundo informações do G1, o criador Tim Omernick teve de mudar o jogo cinco vezes, e só consegui aprovação da Apple após diminuir as referências a Jesus. Ele já havia trabalhado como engenheiro de software para a empresa entre 2005 e 2008 e hoje se arrepende de ter feito unicamente para uma plataforma controlada. Foram três meses de trabalho.

O jogo, com um nível alto de dificuldade, traz Jesus Cristo musculoso com calças e botas de militar e é vendido por US$ 2 na Itunes Store. O messias, no jogo, come pizza e pode ressucitar. O herói pode ainda ir até a lua enfrentar o Diabo em uma batalha antológica. O criador estuda lançar o game para Android, Playstation e Xbox neste ano.


sexta-feira, 24 de abril de 2009

Jogo japonês para computador premia estupro e pedofilia




Tudo começa numa estação do metrô, onde o jogador encontra uma mulher e começa a molestá-la. Os estupros ocorrem primeiro no trem e depois em um parque da cidade. Se o criminoso conseguir fotografar a vítima nua e chorando, ele tem acesso às duas filhas da vítima e também as violenta e, depois, obriga todas a abortar.

Se o leitor imagina que relatamos mais um caso escabroso de crime sexual, errou. Trata-se de uma reportagem, dura e dramaticamente verdadeira, sobre o mercado informal de entretenimento. Renato Machado, repórter do jornal O Estado de S.Paulo, radiografou o conteúdo e comercialização de games vendidos livremente na internet e nas ruas de São Paulo.

A reportagem do jornal encontrou o jogo japonês para computador Rapelay nos catálogos de pelo menos cinco vendedores ambulantes que trabalham na região das Ruas Santa Efigênia e Timbiras, no centro de São Paulo. O Rapelay foi produzido em 2006 pela empresa japonesa Ilusion e no fim do ano passado chegou a outros países. Os jogos podem facilmente ser baixados pela internet, em sites de compartilhamento.


Além de ter como foco a violência sexual, o jogo também choca ao mostrar casos de pedofilia, pois uma das vítimas usa um uniforme de estudante colegial e a outra tem 10 anos de idade, Segundo resenhas publicadas sobre o jogo, o


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PALAVRA DO PASTOR


Quero lembar que nem todos os jogos são demoniacos, violentos e conteúdos como foi relatado acima. É claro que alguns jogos tem este objetivo, mas não podemos colocar todos os jogos no mesmo saco e jogar no lixo. Existe a verdadeira fantasia. Alguns conselhos:

1 - Os pais devem tomar cuidado ao comprar um jogo de video game. No encarte do game você vai encontrar a indicação recomendável - O jogo tem um selo de controle de idades.

2 - Existem jogos com conteúdos violentos que necessita matar policiais, roubar viaturas e até fazer sexo com prostitutas. Então, procure conhecer o game que seu filho tem em casa e qual ele vai comprar.

3 - Se você encontrar algum jogo com este conteúdo, procure dar a opção de trocar este jogo por outro saudável.

4 - Jogos como GTA devem ser excluídos da vida do seu filho.

5 - Nunca proiba sem ao menos saber e ter razões para isto. Conheça antes e depois tome a decisão.

Deus abençoe

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mãe acusa empresa de game de ensinar palavrões ao filho

Uma inglesa de 36 anos de idade acusa um jogo de palavras cruzadas do videogame portátil Nintendo DS de ensinar palavras ofensivas a um de seus dois filhos. Tonya Carrington diz que “Scrabble: interactive” usou termos considerados impróprios para seu filho, Ethan, de 8 anos de idade. O jogo, que tem classificação etária para maiores de 3 anos, teria utilizado palavras referentes a uso de drogas e partes do corpo feminino.

“Ele vai muito bem em Inglês na escola, então decidi comprar esse jogo para melhorar seu vocabulário - mas não dessa maneira”, disse ela ao “Daily Mail”.

Tonya entrou em contato com a loja em que comprou o jogo, e depois com a Nintendo. A fabricante do DS disse que o assunto era responsabilidade da produtora Ubisoft e do órgão de classificação etária dos games na Europa.

“É uma pena que o jogo tenha causado essa polêmica, mas ele oferece uma opção ‘junior’, que impede a ocorrência de palavras incomuns ou ofensivas”, disse um porta-voz da Ubisoft.

Tonya disse que a opção não é mencionada no manual de instruções do game, e proibiu seu filho de continuar utilizando o jogo. O Game de palavras cruzadas ‘Scrabble’ teria usado termos ofensivos. Produtora se defende e diz que jogo tem opção de censura.

Fonte: Google

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

GAME É BOM DEMAIS!

Nem tudo que se fala sobre video game é verdade, muitas coisas são fanatismo e partem de princípios sem conhecimento.

O aparelho só funciona com jogos, existem jogos exelentes que levam a criança brincar sem nehum problema.

É claro que alguns jogos são maliciosos, possui violência explícita e até ensinam a roubar, matar e destruir quem não deveria - Você pode ver isso no DOOM, GTA etc... Mas muitos jogos são ótimos - EX: Fifa, Mario etc...

O que temos que aprender é selecionar os jogos que vamos comprar para nós e para os nossos filhos. Então, deixe que as crianças brinquem com os video games, mas saiba escolher os jogos.

Só para lembrar - assista um video que traz alguns jogos antigos...

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Atenção Senhores Pais: Proibidos pela Justiça os Jogos Counter Strike e Everquest

Se você não cuidar do seu filho, quem vai cuidar?

A justiça proibiu um dos jogos mais violentos, Conter Strike - o objetivo é matar, matar e matar...


Leia a notícia :

São Paulo - A Justiça determinou a apreensão de dois jogos de computador por considerá-los violentos demais. O recolhimento começou hoje no Mato Grosso do Sul. De acordo com a TV Globo, em Campo Grande, os fiscais apreenderam em um supermercado quatro cópias de um dos dois jogos proibidos pela Justiça de Minas Gerais - Counter Strike e Everquest - desde o dia 8 deste mês. A Justiça Federal determinou que os jogos sejam retirados do mercado por incitarem à violência.

A decisão vale para todo País e está sendo comunicada aos institutos de defesa do consumidor pelo Ministério da Justiça. Além da violência, eles poderiam prejudicar a formação da personalidade de crianças e adolescentes, os principais consumidores deste tipo de jogos virtuais, segundo a sentença.

O jogo mais polêmico reproduz a guerra entre bandidos e policiais e impressiona pelo realismo dos gráficos e por uma história que envolve reféns, bombas e assassinatos. Na trama, traficantes do Rio de Janeiro seqüestram e levam para o morro três representantes da Organização das Nações Unidas (ONU). A polícia invade o local e é recebida a tiros. O jogo foi desenvolvido nos Estados Unidos e modificado no Brasil.

A empresa Electronic Arts, que distribui o Counter Strike, afirmou que não foi informada oficialmente sobre a proibição. O outro jogo, Everquest, é ilegal no País e não tem empresa distribuidora. As informações são do Jornal Hoje, da TV Globo.

Fabiana Marchezi