quinta-feira, 7 de maio de 2009

Jogo em que Jesus pode lutar contra Maomé


Molleindustria retirou do seu site o jogo “Faith Fighter”, que tinha sido apresentado já há um ano com o mote: “O jogo que vai testar as suas capacidades e a sua tolerância religiosa”, no seguimento de uma queixa da Organização da Conferência Islâmica (OIC).
O jogo é uma versão do "Street Fighter", de combates entre duas figuras, mas em vez de escolher personagens com maior capacidade muscular ou de técnicas de artes marciais, o jogador pode lutar através de figuras religiosas como Maomé, Ganesh ou Jesus.
A ideia, diz a Molleindustria, era “fazer com que os jogadores reflictam sobre como as suas religiões ou as suas representações são muitas vezes usadas para alimentar ou justificar conflitos entre nações ou pessoas”. Para não ferir susceptibilidades entre os muçulmanos que rejeitam representações físicas de Maomé, o fabricante fez uma versão censurada.
A OIC reagiu a uma notícia sobre o jogo num jornal inglês - que citava líderes cristãos, muçulmanos e budistas ofendidos pelo jogo - lançando um comunicado dizendo que o "Faith Fighter" “é provocador e ofensivo tanto para os cristãos como para os muçulmanos (...) e só servirá para incitar a intolerância”, cita a AFP.
A empresa responsável pelo jogo diz que já há um ano que este estava disponível na Net e que apenas tinham recebido “duas queixas de jogadores católicos”. Mas decidiu ainda assim retirá-lo.AFP/Publico/Notícias Cristãs





sexta-feira, 24 de abril de 2009

Jogo japonês para computador premia estupro e pedofilia




Tudo começa numa estação do metrô, onde o jogador encontra uma mulher e começa a molestá-la. Os estupros ocorrem primeiro no trem e depois em um parque da cidade. Se o criminoso conseguir fotografar a vítima nua e chorando, ele tem acesso às duas filhas da vítima e também as violenta e, depois, obriga todas a abortar.

Se o leitor imagina que relatamos mais um caso escabroso de crime sexual, errou. Trata-se de uma reportagem, dura e dramaticamente verdadeira, sobre o mercado informal de entretenimento. Renato Machado, repórter do jornal O Estado de S.Paulo, radiografou o conteúdo e comercialização de games vendidos livremente na internet e nas ruas de São Paulo.

A reportagem do jornal encontrou o jogo japonês para computador Rapelay nos catálogos de pelo menos cinco vendedores ambulantes que trabalham na região das Ruas Santa Efigênia e Timbiras, no centro de São Paulo. O Rapelay foi produzido em 2006 pela empresa japonesa Ilusion e no fim do ano passado chegou a outros países. Os jogos podem facilmente ser baixados pela internet, em sites de compartilhamento.


Além de ter como foco a violência sexual, o jogo também choca ao mostrar casos de pedofilia, pois uma das vítimas usa um uniforme de estudante colegial e a outra tem 10 anos de idade, Segundo resenhas publicadas sobre o jogo, o


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PALAVRA DO PASTOR


Quero lembar que nem todos os jogos são demoniacos, violentos e conteúdos como foi relatado acima. É claro que alguns jogos tem este objetivo, mas não podemos colocar todos os jogos no mesmo saco e jogar no lixo. Existe a verdadeira fantasia. Alguns conselhos:

1 - Os pais devem tomar cuidado ao comprar um jogo de video game. No encarte do game você vai encontrar a indicação recomendável - O jogo tem um selo de controle de idades.

2 - Existem jogos com conteúdos violentos que necessita matar policiais, roubar viaturas e até fazer sexo com prostitutas. Então, procure conhecer o game que seu filho tem em casa e qual ele vai comprar.

3 - Se você encontrar algum jogo com este conteúdo, procure dar a opção de trocar este jogo por outro saudável.

4 - Jogos como GTA devem ser excluídos da vida do seu filho.

5 - Nunca proiba sem ao menos saber e ter razões para isto. Conheça antes e depois tome a decisão.

Deus abençoe

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Segunda é dia de Clip animado ou Desenho animado !

Agora, toda segunda você vai ter um clip ou um desenho animado .

Que as crianças entrem neste blog e sejam abençoadas.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Deu na Mídia - Até Jesus foi para o mangá


Existem muitas formas de evangelização, a mais nova é levar Jesus em Mangá (Gibi Japonês). O Mangá Messias traz as histórias dos Evangelhos.

O projeto terá continuação levando outras histórias bíblicas em formato de Mangá.

A edições Vida Nova já vendeu mais de 8 mil exemplares e você pode conferir a entrevista com Larissa Vaz, gerente de marketing da Vida Nova e saber mais sobre este novo projeto para adolescentes.

Leia a íntegra da matéria do Jornal da Tarde sobre o Mangá Messias
http://www.agenciasoma.org.br/arquivos/JesusManga.pdf

terça-feira, 3 de março de 2009

Criança, a Alma do Negócio - Documentário

Por mais que o assunto não seja referente a vida espiritual da criança, este documentário é interessante para mostrar como a criança é manipulada pela mídia, pelo comercial.

Como a criança é influenciada pelo apelo da mídia televisiva para o "TER" , demonstrando que para "SER" é preciso "TER".

O Documentário de Estela Renner mostra os efeitos da publicidade no comportamento e nos valores das crianças. Filme foi feito em São Paulo com depoimentos de pais e filhos, além de entrevistas com especialistas da área.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Hello Kitty - Boatos Sobre a Gatinha

Diante de tantos e-mails que recebi sobre esta gatinha, sinto na obrigação de dar uma resposta aos meus leitores.

Alguns dizem que a gatinha é maligna, satânica e até se baseiam em algumas histórias repassadas pela internet, mas qual é a verdade sobre estas histórias?
Quais são as provas que podemos dizer que esta gatinha vem do inferno?
Não existe nenhum fato, nenhuma prova verídica que comprove a história que é repassada como verdade por e-mails e sites.

Nenhum fato foi comprovado, não existe nenhuma prova de que a história repassada pela internet é verídica, mas apenas boato.

A gatinha é apenas uma personagem criada pela empresa SANRIO, a qual desenvolveu diversos artigos de papelaria, presentes e acessórios.

Ela foi patenteada em 1976, criada pelo designer Ikuko Shimizu. Ela entrou no mercado como bolsinhas para moedas e ela recebeu o nome inglês porque tinha muita popularidade entre as inglesas e americanas.

No entanto, ela recebeu diversas criticas porque ela não tem boca, mas nos desenhos da hello kitty, ela tem e fala adoidado.

Um dos pontos interessantes é que, quem criou a gatinha disse que ela não precisava de uma boca porque falava com o seu coração. Será que alguns crentes não deveriam ser assim?

De vez falar do que não deveriam, eles poderiam falar com o seu testemunho, com o seu coração.
Veja uma das histórias que você encontra na internet sobre a gatinha:

“Havia uma menina de cerca de 14 anos q estava em fase terminal de câncer de boca. Os médicos já haviam tirado todas as esperanças da família em relação a cura da garotinha.
A mãe da menina, desesperada, tomou uma decisão insana.
Fez um pacto com o Demônio: consagrou a menina ao Demônio para q ele a curasse e como promessa, criaria uma marca q afetaria todo o mundo ( no caso a Hello Kitty). Posteriormente o Demônio curou a garotinha, e a mãe cumpriu o que havia prometido: criou a Hello Kitty).”

Vamos pensar um pouco:

1 - Não seria mais fácil a mãe, que está nesta situação, fazer uma promessa para Deus do que um pacto com demônio?

2 – Um pacto com o demônio envolveria a alma da mãe e não um produto a ser comercializado.
Ele não quer que uma gatinha, mas ela poderia fazer um pacto dando a sua alma – porque o diabo quer apenas matar, roubar e destruir (João 10v 10 - O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.”

3 – Onde estão as provas que esta história é verídica?
Não existem provas sobre o caso. Enquanto isso, muitas crianças evangélicas ainda são privadas de ter a gatinha que é bonitinha.


Precisamos enxergar a verdade e parar de procurar demônio em moitas no jardim da fantasia.
Deus abençoe.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mãe acusa empresa de game de ensinar palavrões ao filho

Uma inglesa de 36 anos de idade acusa um jogo de palavras cruzadas do videogame portátil Nintendo DS de ensinar palavras ofensivas a um de seus dois filhos. Tonya Carrington diz que “Scrabble: interactive” usou termos considerados impróprios para seu filho, Ethan, de 8 anos de idade. O jogo, que tem classificação etária para maiores de 3 anos, teria utilizado palavras referentes a uso de drogas e partes do corpo feminino.

“Ele vai muito bem em Inglês na escola, então decidi comprar esse jogo para melhorar seu vocabulário - mas não dessa maneira”, disse ela ao “Daily Mail”.

Tonya entrou em contato com a loja em que comprou o jogo, e depois com a Nintendo. A fabricante do DS disse que o assunto era responsabilidade da produtora Ubisoft e do órgão de classificação etária dos games na Europa.

“É uma pena que o jogo tenha causado essa polêmica, mas ele oferece uma opção ‘junior’, que impede a ocorrência de palavras incomuns ou ofensivas”, disse um porta-voz da Ubisoft.

Tonya disse que a opção não é mencionada no manual de instruções do game, e proibiu seu filho de continuar utilizando o jogo. O Game de palavras cruzadas ‘Scrabble’ teria usado termos ofensivos. Produtora se defende e diz que jogo tem opção de censura.

Fonte: Google