quarta-feira, 1 de abril de 2009

Deu na Mídia - Até Jesus foi para o mangá


Existem muitas formas de evangelização, a mais nova é levar Jesus em Mangá (Gibi Japonês). O Mangá Messias traz as histórias dos Evangelhos.

O projeto terá continuação levando outras histórias bíblicas em formato de Mangá.

A edições Vida Nova já vendeu mais de 8 mil exemplares e você pode conferir a entrevista com Larissa Vaz, gerente de marketing da Vida Nova e saber mais sobre este novo projeto para adolescentes.

Leia a íntegra da matéria do Jornal da Tarde sobre o Mangá Messias
http://www.agenciasoma.org.br/arquivos/JesusManga.pdf

terça-feira, 3 de março de 2009

Criança, a Alma do Negócio - Documentário

Por mais que o assunto não seja referente a vida espiritual da criança, este documentário é interessante para mostrar como a criança é manipulada pela mídia, pelo comercial.

Como a criança é influenciada pelo apelo da mídia televisiva para o "TER" , demonstrando que para "SER" é preciso "TER".

O Documentário de Estela Renner mostra os efeitos da publicidade no comportamento e nos valores das crianças. Filme foi feito em São Paulo com depoimentos de pais e filhos, além de entrevistas com especialistas da área.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Hello Kitty - Boatos Sobre a Gatinha

Diante de tantos e-mails que recebi sobre esta gatinha, sinto na obrigação de dar uma resposta aos meus leitores.

Alguns dizem que a gatinha é maligna, satânica e até se baseiam em algumas histórias repassadas pela internet, mas qual é a verdade sobre estas histórias?
Quais são as provas que podemos dizer que esta gatinha vem do inferno?
Não existe nenhum fato, nenhuma prova verídica que comprove a história que é repassada como verdade por e-mails e sites.

Nenhum fato foi comprovado, não existe nenhuma prova de que a história repassada pela internet é verídica, mas apenas boato.

A gatinha é apenas uma personagem criada pela empresa SANRIO, a qual desenvolveu diversos artigos de papelaria, presentes e acessórios.

Ela foi patenteada em 1976, criada pelo designer Ikuko Shimizu. Ela entrou no mercado como bolsinhas para moedas e ela recebeu o nome inglês porque tinha muita popularidade entre as inglesas e americanas.

No entanto, ela recebeu diversas criticas porque ela não tem boca, mas nos desenhos da hello kitty, ela tem e fala adoidado.

Um dos pontos interessantes é que, quem criou a gatinha disse que ela não precisava de uma boca porque falava com o seu coração. Será que alguns crentes não deveriam ser assim?

De vez falar do que não deveriam, eles poderiam falar com o seu testemunho, com o seu coração.
Veja uma das histórias que você encontra na internet sobre a gatinha:

“Havia uma menina de cerca de 14 anos q estava em fase terminal de câncer de boca. Os médicos já haviam tirado todas as esperanças da família em relação a cura da garotinha.
A mãe da menina, desesperada, tomou uma decisão insana.
Fez um pacto com o Demônio: consagrou a menina ao Demônio para q ele a curasse e como promessa, criaria uma marca q afetaria todo o mundo ( no caso a Hello Kitty). Posteriormente o Demônio curou a garotinha, e a mãe cumpriu o que havia prometido: criou a Hello Kitty).”

Vamos pensar um pouco:

1 - Não seria mais fácil a mãe, que está nesta situação, fazer uma promessa para Deus do que um pacto com demônio?

2 – Um pacto com o demônio envolveria a alma da mãe e não um produto a ser comercializado.
Ele não quer que uma gatinha, mas ela poderia fazer um pacto dando a sua alma – porque o diabo quer apenas matar, roubar e destruir (João 10v 10 - O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.”

3 – Onde estão as provas que esta história é verídica?
Não existem provas sobre o caso. Enquanto isso, muitas crianças evangélicas ainda são privadas de ter a gatinha que é bonitinha.


Precisamos enxergar a verdade e parar de procurar demônio em moitas no jardim da fantasia.
Deus abençoe.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mãe acusa empresa de game de ensinar palavrões ao filho

Uma inglesa de 36 anos de idade acusa um jogo de palavras cruzadas do videogame portátil Nintendo DS de ensinar palavras ofensivas a um de seus dois filhos. Tonya Carrington diz que “Scrabble: interactive” usou termos considerados impróprios para seu filho, Ethan, de 8 anos de idade. O jogo, que tem classificação etária para maiores de 3 anos, teria utilizado palavras referentes a uso de drogas e partes do corpo feminino.

“Ele vai muito bem em Inglês na escola, então decidi comprar esse jogo para melhorar seu vocabulário - mas não dessa maneira”, disse ela ao “Daily Mail”.

Tonya entrou em contato com a loja em que comprou o jogo, e depois com a Nintendo. A fabricante do DS disse que o assunto era responsabilidade da produtora Ubisoft e do órgão de classificação etária dos games na Europa.

“É uma pena que o jogo tenha causado essa polêmica, mas ele oferece uma opção ‘junior’, que impede a ocorrência de palavras incomuns ou ofensivas”, disse um porta-voz da Ubisoft.

Tonya disse que a opção não é mencionada no manual de instruções do game, e proibiu seu filho de continuar utilizando o jogo. O Game de palavras cruzadas ‘Scrabble’ teria usado termos ofensivos. Produtora se defende e diz que jogo tem opção de censura.

Fonte: Google

domingo, 25 de janeiro de 2009

Bruxaria para Criança - Será que existem revistas de Bruxaria para criança?


Ninguém entra na bruxaria por acaso. Primeiro é necessário se interessar por ela e depois descobrir o caminho para ser um bruxo (a).

Hoje, no mundo das crianças, isso já é real - desde o vocabulário religioso até os rituais mais simples como fazer um feitiço por meio de VODU.

Lançar feitiço num colega é comum, mesmo que seja uma simples brincadeira, que mais tarde poderá virar realidade.

Deus alerta o seu povo sobre a feitiçaria e bruxaria nas Escrituras Sagradas. Muitos não escutaram a ordem de Deus, um bom exemplo é rei Saul: começou bem, mas terminou mal porque não deu ouvidos á Palavra de Deus."Assim morreu Saul por causa da transgressão que cometeu contra o Senhor, por causa da palavra do Senhor, a qual não havia guardado; e também porque buscou a adivinhadores para consultar. E não buscou ao Senhor, que por isso o matou e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé" (1ª Cr 10 v.13-14). Eu poderia dar uma lista de passagens bíblicas que mostra que Deus abomina a feitiçaria, mas eu quero mostrar onde ela pode estar escondida sem ao menos você perceber. Por mais que ela seja explícita!

Veja o que Apocalipse 21 v. 8 : ."Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicários, e aos feiticeiros, e aos idolatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte"(Ap 21 v. 8).

É claro que nem todas as revistas, jogos, games e brincadeiras são demoníacas, muitas delas são ótimas, contém conceitos morais e éticos excelentes. Qualquer criança necessita de ter fantasia, escutar histórias, mas devemos saber alertar os nossos filhos sobre alguns entretenimento que podem trazer curiosidades ou levar a criança a ter contato com a feitiçaria.
Lembro que o Espiritismo começou com duas garotas – Irmãs FOX.



REVISTAS ESPECIALIZADAS EM BRUXARIA PARA CRIANÇAS


Não é difícil encontrar algumas publicações para crianças que levam informações do mundo da bruxaria. Depois de Harry Potter, as crianças começaram a se interessar pela bruxaria.

Para ter uma idéia de como este mundo foi seduzido pela bruxaria, o caderno ZH, do jornal ZERO HORA, de 02/06/03, trouxe uma matéria com o título"As bruxas andam soltas na educação", provando que o tema tem sido tão sedutor, que já virou tese de doutorado de uma socióloga da Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFGRS, baseando-se no poder de encantamento das bruxas.

Se você for a uma banca de jornal, qualquer criança pode encontrar uma revista chamada WITCH, esta revista é publicada em diversos países e traz informações sobre bruxaria na linguagem que eles entendem.

A revista pode até não ter o objetivo de levar a bruxaria como pratica religiosa, mas não posso negar que as informações que ela traz são reais no mundo da WICCA.

Ela chegou ao Brasil com o objetivo de ser a "melhor amiga das meninas".

O próprio site da editora que comercializa a revista define que a publicação (definição da época da pesquisa) pretende ajudá-las a viver esse período da vida mais preparadas, confiantes e capazes de superar as dificuldades comuns da fase da adolescência.

Trazer matérias como astrologia, esoterismo, rituais do mês, seria preparar adolescentes de 9 a 13 anos para a vida que tipo de vida?

Este é o perfil dos leitores da Witch. Seria uma publicação sem qualquer tipo de envolvimento com bruxaria? Mundo esotérico?Místico?

DEFINIÇÕES DE REVISTAS ESPECIALIZADAS EM BRUXARIA

A matéria"Pactos - O Poder e a Inconsciência", da revista Sexto Sentido, ano 3, nº 36, tem uma definição que pode fazer alguns pais pensarem antes de colocar a revista Witch nas mãos de suas crianças.

"Para ser um bruxo, a pessoa precisa ter a bruxaria como propósito de alma, já que é um caminho sem volta. Significa não ser movido por uma necessidade urgente de momento, o que não quer dizer que um bruxo não possa ter as suas necessidades e problemas".

A revista Witch tem ensinado às meninas o que a Bíblia diz para ficarmos longe.

Essa revista em seus 'rituais do mês' tem levado a criança a ter contato com magias e encantamentos.

O 'ritual do mês' de novembro de 2002 enfocava o uso do incenso, uma prática religiosa, onde os indianos acreditam que cada incenso reúne energias e contém as forças do elemento terra e que seu cheiro e sua fumaça são meios de falar com os deuses.

O ritual chamado "Fumaça Mágica" tem o objetivo de levar uma resposta à garota nas suas decisões importantes.

Veja o texto colocado como dica: "O incenso pode ajudar você a tomar decisões importantes, sabia? Imagine que você está a fim de um garoto e não sabe o que fazer. Daí é só pegar um pedaço de papel e escrever nas quatros bordas opções de coisas que você poderia fazer para se aproximar dele como ligar, mandar um e-mail ou um bilhete, esperar ele vir até você ou pedir para uma amiga falar com ele. Coloque seu incensário em cima do papel e acenda o incenso. A direção que a fumaça tomar vai indicar o que você deve fazer".

Qual é a menina que no período da adolescência não fica gostando de um garoto?

Além destas informações, na compra da revista vem o incensário e o incenso.
Existem ainda dicas de qual é a melhor hora para acender o incenso, o que ele pode trazer como bons fluidos e bons sonhos.

Esta é uma revista totalmente dedicada às meninas, com intuito claro de levar o conhecimento de práticas de bruxaria, sabendo que esta tem sido uma religião matriarcal.

Marília de Abreu e Antonia Maria de Lima fazem parte da WICCA CIA DAS BRUXAS, um coven que se destina ao ensino e práticas dentro da bruxaria, elas puderam dar a definição de magia na revista Sexto Sentido nº 36: "Lembrem que, em magia, tudo tem um preço e conseqüência; mesmo um ato aparentemente inofensivo como consultar uma tábua de ouija, ou outros ritos que se encontram com facilidade em livros, podem ter efeitos danosos à sua evolução".


COMO DEVO ANALISAR O DESENHO OU A FANTASIA?


A Bíblia é um livro completo e tem resposta para tudo, até mesmo nos ajuda a analisar a fantasia para a criança. Quero que você pense nas palavras do profeta Isaias no cap.5 v.20: "Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem chamam mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas, e fazem do amargo doce e do doce amargo".

Este é um dos princípios que podemos analisar um desenho ou qualquer fantasia, se dermos ao nosso filho essas definições do bem e do mal, a criança sempre terá em seu coração um conceito, mesmo que seja o mais simples.


O que devemos fazer é levar a criança no caminho em que ela deve andar (Pv 22 v.6).


Mostre a ela quem é o feiticeiro, bruxo, duende, bruxa dentro do princípio que será para ele luz para o seu caminho (Sl 119 v.105) para o resto de sua vida.


Se mostrar como Deus analisa os personagens, mesmo sendo uma fantasia, ele saberá escolher a sua programação. Não podemos chamar o bem de mal e o mal de bem, não podemos chamar o garoto bruxo de bonzinho mesmo que suas atitudes são para ajudar uma outra pessoa, ele age de modo contrário à Bíblia.


O traficante, mesmo que ajude a comunidade suprir as suas necessidades, ele ainda age contra a lei - rouba, vende drogas para obter o seu sucesso. Da mesma forma é o Bruxo, ele busca invocar demônios ou espíritos da natureza (mesmo não sabendo) para obter o seu sucesso, mesmo que a sua atitude seja para ajudar alguém.


Não podemos nunca deixar de lado a definição de Deus, nunca podemos ser sábios aos nossos próprios olhos. "Ai daqueles que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes de si mesmos" (Is 5 v.21). O seu fim será como?
"Por isso como a língua de fogo consome a palha, e o restolho se desfaz pela chama, assim será a sua raiz como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó; porquanto rejeitaram a lei do Senhor dos Exércitos e desprezaram a palavra do Santo de Israel" (Is 5 v.24).

Quero lembrar que estes conselhos de não se misturar com feitiçaria e com pessoas e povos que fazem destas práticas algo comum, foi dado para o homem mais sábio do mundo que continha sabedoria como areia da praia, e que no mundo não houve e nunca haverá homem mais sábio que ele, Salomão. Ele se fez sábio aos seus próprios olhos e se misturou com os povos que Deus, por várias vezes, disse para não se misturar.


Salomão amou as mulheres destes povos e imaginava que nunca iria se contaminar com as suas práticas religiosas, mas confiou na sua força, ele que conhecia o Deus de seu pai, mas com a convivência com elas, o seu coração foi pervertido pelas mulheres e Salomão se corrompeu, foi contaminado com as práticas de feitiçaria e chegou até mesmo edificar altares aos ídolos Quemós, Moloque.


A pergunta é clara: - Não confie na sua sabedoria para educar o seu filho, porque se Salomão que tinha sabedoria como a areia da praia se contaminou, imagine uma criança que está em processo de formação de caráter e valores éticos e morais, estando em contato com feiticeiros, bruxos e demônios?

Será que ela não pode se contaminar e amanhã procurar um caminho que você não quer?

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Professora de Harvard vê risco em anúncios voltados para criança

Pesquisadora americana diz que excesso de publicidade pode causar distúrbios comportamentais e alimentares. Susan Linn destaca, porém, que propaganda não é a única causa dos problemas, que incluem até sexualização precoce de crianças e jovens

RACHEL COSTA - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


A publicidade e o marketing para as crianças, atualmente, estão entre os principais fatores que levam a distúrbios alimentares -como a obesidade e a anorexia-, à sexualização precoce, a comportamentos agressivos e a problemas familiares.

O alerta é da professora e pesquisadora de Harvard, a americana Susan Linn, que está no Brasil para o 2º Fórum Internacional Criança e Consumo -que termina amanhã. "Hoje, elas [as crianças] são bombardeadas por uma série de estímulos para que consumam cada vez mais", afirma. De acordo com a pesquisadora de Harvard, em 1983, o gasto com publicidade voltada para crianças nos Estados Unidos era de US$ 100 milhões por ano. Atualmente, afirma Linn, esses valores chegam a US$ 17 bilhões por ano. Em entrevista à Folha, a especialista conta sobre os impactos da propaganda sobre crianças e adolescentes.

FOLHA - Qual o impacto da propaganda na vida das crianças?

SUSAN LINN - O marketing está relacionado à saúde pública e a problemas sociais. Ele não é a causa [única desses problemas], mas é um fator e leva a distúrbios de alimentação, à sexualização, a problemas relacionados com a violência juvenil e também a problemas familiares. Segundo pesquisas, as crianças que têm mais valores voltados para o lado material [que associam a felicidade à aquisição de produtos] são menos felizes.

FOLHA - O fórum foca a relação entre a propaganda para crianças e a necessidade de redução do consumo, ampliando o debate -antes muito focado nos impactos no indivíduo. Por que essa mudança?

LINN - Hoje em dia, qualquer pessoa precisa estar preocupada com a saúde do planeta e com o aquecimento global. Quem tem esse tipo de preocupação tem que estar atento ao consumo, porque é ele que tem que mudar. Isso está muito claro. Os hábitos começam com a criança e hoje em dia elas são bombardeadas por uma série de estímulos para que consumam cada vez mais.

FOLHA - Por que é importante discutir a publicidade para crianças?

LINN - Nos Estados Unidos, em 1983, gastava-se US$ 100 milhões por ano em marketing voltado para crianças. Hoje em dia, os gastos nessa área já chegam a US$ 17 bilhões por ano. É um aumento de 170 vezes em um período de 25 anos. Isso somado a uma combinação de mídia extremamente sofisticada para fazer todo esse marketing.

FOLHA - Como se pode estabelecer um diálogo entre empresas e governo para a regulação?

LINN - As corporações sempre vão brigar por seus interesses, mas, por outro lado, precisa haver o compromisso com a saúde pública. Sempre vai haver o conflito entre esses dois lados. Uma das coisas que o país precisa fazer é tomar uma decisão sobre qual a importância da criança. Países como a Suécia decidiram valorizar a criança e por isso têm todo um trabalho relacionado à televisão e à regulamentação das propagandas. O que acontece é que a sociedade como um todo não está fazendo isso. Ela optou por não valorizar as crianças.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2409200816.htm